sexta-feira, 4 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
12 Coisas que aprendi assistindo "Viver a Vida"
1) Você pode ser modelo sendo feia, tendo um corpo feio, cabelo feio, sendo alcoólatra, não sendo fotogênica, não correndo atrás de trabalho e não dando valor para a sua vida.
… como brinde, você ainda pode pegar o cara mais bonito de todos os tempos.
2) Se você namora um cara que viaja demais, desencane dele. Sério.
Ele vai te largar lá no começo da novela sem nem mandar um postal e avisar que está pegando alguma problemática no Brasil.
3) Se o seu irmão gêmeo rouba sua noiva na cara dura e você não reage bem, você não é normal..
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4) Sempre que você quiser, pode se socar.
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5) Se você faz sexo sem camisinha com dois desconhecidos e engravida, você tem todo o direito de culpar o mais rico como o dono da obra sem nem ao menos fazer um teste de DNA antes. Ah, claro, e não precisa se preocupar com doenças, imagina, elas não existem!
6) Não faz mal dar uns pegas no irmão.
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7) Se você é uma pessoa normal, que não vê a vida cor-de-rosa, enxerga defeito nas coisas e tenta abrir os olhos dos outros, você é má.
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8 ) Não adianta ser a cara da Leticia Spiller, ser gostosona, ser uma ótima dona-de-casa-mãe-mulher-esposa-auto-suficiente-e-se-cuidar.
O seu marido vai dar em cima de um monte de mulher mais feia e chata do que você…
… e você vai perdoar! Porque se você não perdoar, você não é normal.
9) Você pode ser argentino e a cara do Beetle Juice com 90 anos...
… mas vai conquistar várias menininhas no Rio de Janeiro fácil fácil.
10) er irmã rica e famosa para quê, quando é muito mais legal namorar um bandido e morar na favela?
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11) Não basta um regime para você ficar magérrima, muito creme no cabelo, roupas esvoaçantes e uma grande mídia em cima…
… quando alguém pode roubar sua cena simplesmente deitada em uma cama.
12) VE o mais importante: Você pode ser feio, velho, sem graça, ter cara de tiozão tarado e um biotipo que nenhuma mulher normal gostaria...
… mas se o Manoel Carlos morre de amores por você, você será eternamente o comedor do Rio de Janeiro.
sábado, 22 de maio de 2010
Lolita - Vladimir Nabokov
Lolita, é um romance escrito por Vladimir Nabokov e que conta a história de um professor de literatura, apaixonado por uma jovem de 12 anos.O livro chegou ao cinema em 1962, através de uma adaptação de Stanley Kubrick e outra, em 1997, por Adrian Lyne. Até hoje só assisti a primeira versão, talvez eu assista a segunda, só por curiosidade, já que me satisfiz bastante com a versão de Kubrick. É uma história alegre e ao mesmo tempo trágica, envolta em alguma polêmica, pois aborda temas como a pedofilia de uma forma bastante direta. Mas o delicado tema é tratado com tal maestria pelo autor que o valor literário sobrepujou o escândalo inicialmente gerado pela obra.
A história começa com um professor de poesia francesa, Humbert Humbert, que na sua adolescência perdeu a sua namorada de forma trágica e que nunca conseguiu recuperar totalmente do choque. Anos mais tarde vai viver para a América onde arrenda um quarto numa pacata cidade e ao ver a filha da sua senhoria, Dolores Haze, com apenas 12 anos, acaba por ficar fascinado por ela. O próprio professor se considera como um pervertido. E assim começa uma história de um amor curioso, obsessivo, por vezes a roçar os limites da paranóia e que acaba em tragédia, com o assassinato por parte do professor contra o homem que lhe roubou e levou o seu amor adolescente para sempre.
Mas em função do início chocante, sem dúvida o livro ficou famoso como um dos romances mais polêmicos já publicados, tanto que antes de chegar ao público, foi rejeitado por diversas editoras.
Livro muito bom. Eu ainda não tinha lido nenhuma obra de Nabokov. Gostei muito. Lido e aprovado!
sábado, 8 de maio de 2010
Dez coisas que levei anos para aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Luís Fernando Veríssimo
domingo, 2 de maio de 2010
A Árvore

Um passarinho (rolinha, pardal, bem-te-vi... algum desses, já que tenho uma dificuldade natural em nomear e classificar coisas), chamou minha atenção. A pobre criaturinha deve ter sido apanhada em pleno voo pela água e agora está ali, lado a lado comigo, ambos tentando se proteger da mãe natureza (chuva) usando a própria mãe natureza (árvore).
Aos meus pés, centenas, talvez milhares (como saber?) de formigas tentam proteger-se: suas casinhas foram totalmente alagadas. Pequenas porém obstinadas, as jovenzinhas sobem no caule, algumas até arriscam-se em subir em minhas pernas. Ousadia ou pura distração? (Como saber?)
Olho com curiosidade para tudo isso. Um leve sorriso surge no canto da boca. Abaixo a cabeça e movendo-a para os lados como numa negativa saio debaixo da árvore e sigo meu caminho até onde a vontade permitir... ou até a próxima árvore (como saber?).
Jardel Leite
terça-feira, 6 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Frases Homersimpsianas

-Eu não bebo água… Os peixes transam nela.
-Por que tudo que eu chicoteio me abandona ?
-Não vamos entrar em pânico. Vou conseguir dinheiro vendendo um de meus fígados. Posso viver com um só.
-Eu sei que eu não tenho sido um bom cristão, geralmente quando você está no seu blá-blá-lá eu estou desenhando ou despindo mentalmente as paroquianas, mas me empresta US$40,000?
-Cala a boca, pensamento, ou te enfio uma faca.
-Se alguma coisa está dificil de ser feita, é porque não é para ser feita.
-Existem três frases curtas que levarão sua vida adiante: Não diga que fui eu!, Oh, boa idéia chefe! e Já estava assim quando cheguei.
-Por favor, não me coma! Eu tenho mulher e filhos. Coma eles!
-Aaahhh! Marge, eu tive um sonho horrível em que todos fomos transformados em terríveis criaturas rosadas com cinco dedos em cada mão!!!
-Eu não devia estar dirigindo… Um momento… Eu não tenho que me dar ouvidos, eu estou bêbado.
-Deus, porque eu tenho que gastar 2 horas do domingo na igreja ouvindo as diferentes maneiras que irei para o inferno!?
-Se algo está dando errado, culpe o cara que não fala inglês.
-Bart, com US$10.000 nós seremos milionários! Nós poderíamos comprar todo tipo de coisas úteis como… amor!
-Pai você fez um monte de coisas maravilhosas, mas você é um cara muito velho, e gente muito velha é inútil.
-Se Deus não queria que comessemos os animais, por que Ele os fez de carne?
-Eu tenho 3 filhos e nenhum dinheiro.. Porque eu não posso ter nenhum filho e 3 dinheiros?
-E pelo menos se as paredes falassem, as pessoas iriam pagar para ver minhas paredes falantes!
-Bart, você é o homem da casa. Lisa, estou promovendo você a menino. Maggie agora é a filha inteligente. A torradeira pode substituir a Maggie. E, Marge, você é uma consultora.
-Lisa, se você não gosta do seu emprego, você não faz uma greve! Você vai lá todo dia e faz seu trabalho malfeito! Esse é o ‘Jeito Americano’!
-Filhos, vocês tentaram, deram o seu melhor, e falharam miseravelmente. A lição é: nunca tentem.
-A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser !
-Todo mundo sabe que o rock’n roll acabou em 1974.
segunda-feira, 1 de março de 2010
O Filósofo e o Diabo
Um dia, um Filósofo estava conversando com o Diabo quando passou um sábio com um saco cheio de verdades. Distraído, como os sábios em geral o são, não percebeu que caíra uma verdade. Um homem comum vinha passando e vendo aquela verdade alí caída, aproximou-se cautelosamente, examinou-a como quem teme ser mordido por ela e, após convencer-se de que não havia perigo, tomou-a em suas mãos, fitou-a longamente, extasiado, e então saiu correndo e gritando:
“Encontrei a verdade! Encontrei a verdade!”
Diante disso, o filósofo virou-se para o Diabo e disse:
“Agora você se deu mal. Aquele homem achou a verdade e todos vão saber que você não existe …”.
Mas, seguro de si, o Diabo retrucou:
“Muito pelo contrário. Ele encontrou UM PEDAÇO da verdade … Com ela, vai fundar mais uma religião e eu vou ficar mais forte!”
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Ela se foi

Assim como ela surgiu, agora foi embora. A vejo, já longe, sem dar um último adeus, sem um olhar pra trás... e isso me dói. Me dói por que ao deixá-la ir, algo em mim vai junto. Um vazio toma conta de mim... volto ao vazio.
Sei que ela sentirá minha falta, assim como eu sinto a dela. Mas já é tarde: uma decisão difícil foi tomada, agora minhas dúvidas foram por água abaixo. E o pior: não tenho forças para impedi-la. Estou paralisado pelo medo, pela falta de forças... mas por que?
Por que simplesmente não a tomo em meus braços? Por que simplesmente não digo que não posso viver mais sem ela? Por que não digo que minhas noites serão mais frias sem suas palavras em minha cabeça, ecoando como palavras em uma caverna... a caverna sou eu.
Mas é tarde. O futuro é incerto, talvez nossos caminhos se encontrem, já estejam até cruzados, e nem sabemos.
Mas já é tarde... será?
sábado, 23 de janeiro de 2010
Balada da irremediável tristeza

Eu hoje estou inabitável...
Não sei por quê,
levantei com o pé esquerdo:
o meu primeiro cigarro amargou
como uma colherada de fel;
a tristeza de vários corações bem tristes
veio, sem quê, nem por quê,
encher meu coração vazio... vazio...
Eu hoje estou inabitável...
A vida está doendo... doendo...
A vida está toda atrapalhada...
Estou sozinho numa estrada
fazendo a pé um raid impossível.
Ah! se eu pudesse me embebedar
e cambalear... cambalear...
cair, e acordar desta tristeza
que ninguém, ninguém sabe...
Todo mundo vai rir destes meus versos,
mas jurarei por Deus, se for preciso:
eu hoje estou inabitável...
Abgar Renault
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
CAIM - José Saramago
Neste novo romance, o vencedor do prêmio Nobel José Saramago reconta episódios bíblicos do Velho Testamento sob o ponto de vista de Caim, que, depois de assassinar seu irmão, trava um incomum acordo com deus e parte numa jornada que o levará do jardim do Éden aos mais recônditos confins da criação. Se, em O Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago nos deu sua visão do Novo Testamento, neste Caim ele se volta aos primeiros livros da Bíblia, do Éden ao dilúvio, imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor refinado que marcam sua obra.
Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha, conforme o leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura. No trajeto, o leitor revisitará episódios bíblicos conhecidos, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente. Para atravessar esse caminho árido, um deus às turras com a própria administração colocará Caim, assassino do irmão Abel e primogênito de Adão e Eva, num altivo jegue, e caberá à dupla encontrar o rumo entre as armadilhas do tempo que insistem em atraí-los.
A Caim, que leva a marca do senhor na testa e portanto está protegido das iniqüidades do homem, resta aceitar o destino amargo e compactuar com o criador, a quem não reserva o melhor dos julgamentos. Tal como o diabo de O Evangelho, o deus que o leitor encontra aqui não é o habitual dos sermões: ao reinventar o Antigo Testamento, Saramago recria também seus principais protagonistas, dando a eles uma roupagem ao mesmo tempo complexa e irônica, cujo tom de farsa da narrativa só faz por acentuar.
A volta aos temas religiosos serve, também, para destacar o que há de moderno e surpreendente na prosa de Saramago: aqui, a capacidade de tornar nova uma história que conhecemos de cabo a rabo, revelando com mordacidade o que se esconde nas frestas dessas antigas lendas. Munido de ferina veia humorística, Saramago narra uma estranha guerra entre o homem e o senhor. Mais que isso, investiga a fundo as possibilidades narrativas da Bíblia, demonstrando novamente que, ao recontar o mito e confrontar a tradição, o bom autor volta à superfície com uma história tão atual e relevante quanto se pode ser.
domingo, 3 de janeiro de 2010
A Solidão de Mário
Mário sentia-se sozinho naquele apartamento. Era ano novo e todos os seus amigos estavam se divertindo lá embaixo, na praia.
No entanto, Mário decidiu não descer até a praia nesse ano. Sentia-se cansado, exausto de alguma coisa que nem ele saberia ao certo explicar. Não estava muito bem. Bebedeira, música alta, gente de todos os tipos. Queria algo diferente esse ano, mas o quê? Sua família estava lá embaixo, se divertindo. E ele lá, em frente ao computador, revendo algumas fotos do passado. Em que pensaria o rapaz? Alguma amiga especial? Um momento em que se sentia realmente feliz, um momento certamente diferente daquele em que estava? Talvez.
Foi até a cozinha e bebeu um pouco de cerveja, logo depois olhou pela sacada do apartamento. Muito barulho, mal ouvia seus pensamentos. As pessoas lá embaixo pareciam mais formigas. As mesmas formigas que, quando pequeno, costumava assanhar em um formigueiro no interior onde passava as férias escolares. Pegava um graveto e começava a bulir com elas: colocava o mais fundo que podia e depois rotacionava rapidamente de um lado pra outro, cavando finalmente com a pontinha. Elas brotavam como petróleo saindo daqueles poços de extração.
Como era feliz naquele tempo. Sentia-se poderoso, não pensava em nada: não havia preocupações que hoje o afligiam. Não havia pressão dos pais para passar em Medicina no vestibular, assim como todos da família paterna, ou em Direito como todos do lado materno. Poderia até, se quisesse, passar o dia no terreiro, brincando de carimba ou pega-pega com os primos. Descalço como gostava de fazer. Agora não. Tinha responsabilidades, o tempo de “perder tempo com besteiras” tinha passado.
Por que perder tempo, a tarde toda lendo e escrevendo versos se aquilo não era “uma profissão de futuro”? Mário queria ser escritor, um romancista, mas não tinha coragem de contar esse sonho aos pais, eles certamente não entenderiam.
Então Mário teve uma idéia: “Claro, por que não pensei nisso antes!”. E se ele pudesse voltar aos tempos de menino, não seria maravilhoso? Estar livre de qualquer obrigação, não dependeria da aprovação de ninguém para fazer o que quisesse, seria livre até para, se quisesse, mexer à vontade com aquelas formiguinhas lá embaixo.
Decidiu então tentar, seria como na infância: a curiosidade para ver todas aquelas formigas se mexendo lá em baixo, tentando entender o que as perturbara de suas atividades, sua rotina. Então Mário aproximou-se da sacada, subiu no quarda-corpo, pôs-se no lado de fora e olhou lá em baixo dizendo consigo: “Vocês vão ver quem sou eu”. Fechou os olhos e pulou.
Os fogos, a grande explosão de luz nos céus que atraem tantas pessoas todos os anos, chamou mais a atenção do que um vulto caindo, rápido e silenciosamente, naquela noite. Se pudesse, Mário certamente ficaria triste em saber que sua tentativa fracassara. Não conseguiu mexer com nenhuma daquelas formiguinhas. Ele descobriria que não é mais possível voltar ao passado. Algumas coisas fogem de nossa alçada, mesmo quando tentamos desesperadamente manter as coisas como eram. O mundo gira, e nesse ano, Mário pelo menos conseguira uma coisa: estar livre de obrigações. Não teria mais que se preocupar com vestibular ou carreira.
Mário agora estava livre de toda essa loucura.
Do que todos precisam

Todos nós precisamos de alguma coisa, algo que nos deixe feliz, ou simplesmente realizado. Eu mesmo: estou feliz, mas não realizado. E isso é estranho, se pensarmos um pouco no assunto. Mas seria possível alguém ser feliz sem se sentir realizado? Se a resposta for negativa... bem... então acho que não sou tão feliz assim quanto pensei.
Nesses últimos dias parei para pensar um pouco. Não por ser Natal e Ano Novo, período ditos de mudança e reflexão. Parei para pensar justamente por ter tido tempo para fazê-lo: Um recesso de dez dias do trabalho, recesso esse que eles insistem em chamar de férias. Mas férias de dez dias? Bem, mas isso é outra história.
Parei para pensar do que preciso. "Do que preciso" ou "No que preciso"? Sei lá, odeio gramática. Enfim, deixe-me continuar...
Nesse ano, como de praxe, geralmente costumamos fazer uma série de promessas - Promessas essas que muitas vezes não duram uma ou duas semanas, quando a poeira baixa. Mas acho que se eu conseguir apenas realizar o que planejei para 2009 esse ano, então já me tornarei um pouco mais "realizado". Mas se for para tentar um novo pedido, ou promessa, me comprometo a ter mais disciplina. Exatamente: DISCIPLINA.
Parece besteira, mas foi nesse ano que realmente absorvi o significado dessa palavra. Tenho tantos planos, tantos... talvez esse seja outro problemas: planos em demasia. Acabo não fazendo nada, só me decidindo por onde começar. Continuar essa faculdade, que é apenas um degrau para chegar onde quero, ou ir logo, tentar a faculdade que realmente desejo? Se assim o for, terei de abrir mão de algumas coisas... ai ai... olhe, acho que aquela frase cabe perfeitamente para mim: "Ele não sabe nem o que quer da vida".
Tenho alguns cursos que quero fazer (que batem o horário com a faculdade, para fazê-los terei que trancar a faculdade por um semestre), tenho alguns cursos de língua estrangeira que quero me matricular (só posso um, por questão de tempo: inglês ou francês, se bem que o espanhol, ultimamente, também tem se candidatado ao pário).
Disciplina! Uma coisa de cada vez! Mas começar por onde? Estou com medo de cometer os mesmos erros que cometi em 2009, e isso seria imperdoável. Muitos precisam de planos, eu preciso de disciplina, acho que no momento é isso que me falta.
Deixando meus problemas um pouquinho de lado, desejo nesse ano que acabou de chegar, que todos consigam realizar o que planejam (ou planejaram).
Um feliz ano novo a todos!
